<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066</id><updated>2012-02-16T17:03:47.306-08:00</updated><title type='text'>ARQUITETURAVIVA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066.post-2451192252350594434</id><published>2008-08-27T19:21:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T19:27:29.807-07:00</updated><title type='text'>...</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;     “É preciso amar o espaço para descrevê-lo tão minuciosamente como se nele houvesse moléculas de mundo, para enclausurar todo um espetáculo numa molécula de desenho”. (BACHELARD, 1957, p.167).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posterior a um mergulho na “Poética do Espaço” de Gaston Bachelard seria possível extrair uma metodologia, ou mesmo uma pedagogia da imaginação criadora? Provavelmente.&lt;br /&gt;A abordagem fenomenológica do espaço poético de Bachelard é entrecortada pela intenção de preparar o leitor a tornar-se também esse ser imaginante e produtor das imagens que irá habitar.&lt;br /&gt;Esse entendimento do espaço á partir da imaginação criativa da poesia é elaborado partindo do “[...] estudo do fenômeno da imagem poética quando a imagem emerge na consciência como um produto direto do coração, da alma, do ser do homem tomado em sua atualidade”. (BACHELARD, 1957, p.2).&lt;br /&gt;Essa noção tão incorporada por Bachelard, de uma consciência que sonha, leva-o a esclarecer o problema fenomenológico da alma, o autor define então que (1957, p.6): “[...] a alma vem inaugurar uma forma, habitá-la, comprazer-se nela”. E citando Pierre-Jean Jouve: “A poesia é a alma inaugurando uma forma”.¹&lt;br /&gt;     Certamente na reflexão da compreensão de uma imagem tem-se a alma como a “luz poética interior” (1957, p.6), uma alma que se expressa, que produz todo um elenco dinâmico de imagens no psiquismo, esse fenômeno para o ser desperto, consciente do devir da imagem, elabora um salto que incide na transformação dessa imagem, dessa luz poética expressa pela alma, em linguagem, trata-se de uma salto de materialização, de dar forma a essa alma através da manifestação da arte poética.&lt;br /&gt;Essa manifestação da linguagem poética concentra o ato criativo, e só é criação pura no momento que essas imagens são independentes de responder a ecos de um passado, desprendem-se de uma memória, estão libertas de um “[...] nexo causal que as reduz a sintomas de traumas e recalcamentos”. (RODRIGUES, G.H., VITOR, 2005).&lt;br /&gt;     Bachelard define essas imagens como uma “novidade psíquica”, e se tais imagens se designam por serem libertas de um passado, devem ser entendidas como quebra, ruptura, sempre se projetando num futuro, por isso a noção que o ato criativo carrega o ímpeto de colocar algo novo no mundo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem torna-se um ser novo na linguagem, expressa-nos tornando-nos aquilo que ela expressa - noutras palavras ela é ao mesmo tempo um devir de expressão e um devir do nosso ser. Aqui a expressão cria o ser. (1957, p.7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     “Com sua atividade viva a imaginação desprende-nos ao mesmo tempo do passado e da realidade. Abre-se para o futuro”. (BACHELARD, 1957, p.18). Portanto trata-se de evadir-se da função do real e ampliar, acrescer a função do irreal. A atividade que nos interessa é a deformação da realidade, e tomando a obra de Bachelard, focamos numa ampliação da reflexão sobre o habitar, expondo expressões de almas poéticas produtoras de imagens que vão se fixar, habitar espaços, fundar lugares.&lt;br /&gt;Há, então, uma noção expandida, ampliada de um espaço que se estende a medida da imaginação do ser criativo. O habitar poético é irredutível à morada aprisionada num espaço semântico, porque é devir: “[...] o devaneio coloca o sonhador fora do mundo próximo, diante de um mundo que traz o signo do infinito”. (BACHELARD, 1957, p.189).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    “Toda doutrina do imaginário é necessariamente uma filosofia do excessivo”. (BACHELARD 1957, p.214).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    “Assim seguindo um método que nos parece decisivo na fenomenologia das imagens e que consiste em designar a imagem como um excesso da imaginação [...]”. (1957, p.123).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exagerar, tornar-se ao mesmo tempo extenso e aprofundar-se no espaço, quebrando as amarras do realismo da imagem e ir habitar, mais que um espaço concreto, um espaço íntimo: “Mas o sonhador, antes de tudo, está certo de encontrar uma morada, uma morada na medida de seus sonhos”. (BACHELARD, 1957, p.14).&lt;br /&gt;O elenco de imagens arranjadas na obra nos dá essa noção fluída dos espaços imaginados e esse estudo põe-nos diante de um espaço extenso que transpõe os limites na casa habitada, já que habitamos na imagem sonhada, “levamos para a casa nova nossos deuses domésticos” (BACHELARD, 1957, p.57). Assim o poeta se evade da casa e vai habitar o universo, vivendo “um ‘negativo da casa’, uma inversão da função de habitar” (1957, p.59), transcende o conforto e vai habitar a hostilidade de um universo caótico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes o poeta-pintor, na sua prisão, não perfurou as paredes com um túnel! Quantas vezes pintando o seu sonho não se evadiu por um fenda na parede! Para sair da prisão todos os meios são bons. Em caso de necessidade, o absurdo, por si só, liberta. (BACHELARD, 1957, p.159).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Esse espaço que escoa, porque é um espaço imaginado, também concentra o atributo de diluir as dimensões, onde o ser imaginante transpõe grandezas á medida de sua dimensão íntima. Trata-se aqui da dimensão da intimidade que rompe com as dialéticas das “intuições geométricas” (1957, p.216): “O aquém e o além repetem surdamente a dialética do interior e do exterior: tudo se desenha mesmo o infinito. Queremos fixar o ser e, ao fixá-lo, queremos transcender todas as situações para dar uma situação de todas as situações. [...] Fazemos passar para o nível do absoluto a dialética do aqui e do aí. Atribuímos a esses pobres advérbios de lugar poderes de determinação ontológica mal controlada”. (BACHELARD, 1957, p.216).&lt;br /&gt;     Amplificar o espaço é, portanto aprofundar-se na matéria, a intimidade do homem e a intimidade da matéria ocupam aqui o mesmo lugar. O poeta intui o objeto e o objeto vem sonhar na alma do poeta: “O cofre é um calabouço de objetos. Eis que o sonhador sente-se no calabouço de seu segredo. Gostaríamos de abrir e gostaríamos de nos abrir”. (BACHELARD, 1957, p.100).&lt;br /&gt; E apurando a distinção entre o mergulho nos objetos realizado pelos geômetras e pelos poetas, percebemos que, de fato, a luz poética difere da luz das geometrias quando esta vai iluminar o espaço concreto, tal análise extrai dele noções abstratas e fixas, já a luz poética, partindo do espaço concreto, é dinamizada por um impulso que é próprio do ser, a imaginação, deitando sobre ele seu gesto suplementar distorce seu realismo. “Pela novidade da imagem e por sua amplificação, estaremos certos de repercutir acima ou á margem das certezas racionais”. (BACHELARD, 1957, p.219). No entanto quando o devaneio do poeta emerge á superfície como linguagem, é justamente tateando o espaço concreto que ele cria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, o poeta traduziu para o concreto um tema psicológico bem geral: sempre haverá mais coisa num cofre fechado do que num cofre aberto. A verificação faz as imagens morrerem. Imaginar será sempre maior que viver. (BACHELARD, 1957, p.100)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa mudança do espaço concreto já não pode ser uma simples operação mental, como seria a consciência do relativismo das geometrias. Não mudamos de lugar, mudamos de natureza. (BACHELARD, 1957, p.210).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Bachelard nos apresenta também uma inconsistência de um objeto semântico, já que esse gesto suplementar da imaginação dá vazão aos seus desdobramentos, e aos desdobramentos do ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     “Dar espaço poético a um objeto é dar-lhe mais espaço do que aquele que ele tem objetivamente, ou melhor dizendo, é seguir a expansão do seu espaço íntimo”. (BACHELARD, 1957, p.206).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     “Muitas vezes, por mais que eu toque nas coisas continuo a sonhar com o elemento”. (1957, p.21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Adentrar os espaços poéticos é confrontar-se com noções de um espaço rígido, semântico e legível, sublinho, porque é um espaço imaginado, portanto o ser que se expressa tem autonomia de ir habitar a cor, a sombra, o canto, a gravura, a curva, a palavra: “Mas, para expressar a sua maneira o que são esses universos criados pelo acaso nos confins de um desenho e de um devaneio ele vai habitá-los”. (BACHELARD, 1957, p.152).&lt;br /&gt;     Com certeza esse salto, essa luz poética da imaginação criadora nos ensina uma atividade cara á dinâmica que conduzimos nossos espíritos atualmente: a prática de meditar os espaços, que obriga a uma atividade lenta do espírito e solicita vivenciar a duração das imagens. Assim, á medida que nos ausentamos, mergulhados neste sono profundo, de meditar os espaços, de estarmos conscientes na emergência dessas imagens, nos alienamos de uma força criadora.&lt;br /&gt;     Deveríamos nos ocupar de meditar os espaços, de intuí-lo, aprender com a “ontologia do pressentimento”, nos recolhendo numa “pré-audição”, “superescutar” (1957, p.184). E toda essa escuta é conduzida de olhos fechados. Bachelard inclinado sobre um devaneio de Gaston Paris, acrescenta: “Com efeito ao acompanhar o conto somos obrigados a descer abaixo do limiar da audição, a ouvir com a nossa imaginação”. (1957, p.173).&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Sabendo que existe uma produção de espaços, que somos fonte infinita de criação de lugares novos, e que tal dinamismo da alma é latente e ativo, nos sobra restituir essa prática, fruir de tal força criativa, sermos seres iniciadores, acrescentando coisas novos no mundo, criando novos espaços e indo habitá-los, aprendendo com os poetas e com a arte: “Das rosas pintadas por Elstir já dizia Proust que eram uma’variedade nova com a qual esse pintor, como um engenhoso horticultor, enriquecera a família das rosas”. (1927 apud BACHELARD; GASTON 1957, p.17)².&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¹Pierre-Jean Jouve, En miroir, ed. Mercure de France, p. 11.&lt;br /&gt;²Marcel Proust, A la recherche du temps perdu,  t. V: Sodome et Gomorrhe, II, p. 210.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1971443899797465066-2451192252350594434?l=arquitetura-viva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/2451192252350594434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1971443899797465066&amp;postID=2451192252350594434' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/2451192252350594434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/2451192252350594434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/2008_08_01_archive.html#2451192252350594434' title='...'/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066.post-1992827875968806139</id><published>2008-08-26T17:06:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T09:47:12.948-07:00</updated><title type='text'>TRANSGREDIDO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    Porque não reconhecer como outro aquele que sempre foi coisa.&lt;br /&gt;Aquele que é a condição para qualquer devir ser, deve ser&lt;br /&gt;percebido para que enfim sejamos outros.&lt;br /&gt;O que reside no espaço para que o poder sempre tente&lt;br /&gt;domina-lo.&lt;br /&gt;A condição contemporânea carrega uma pulsão, podemos num&lt;br /&gt;mesmo mergulho ir ao fundo ou buscar à margem.&lt;br /&gt;Acabo sempre sentindo a leveza do espaço transformando&lt;br /&gt;minhas superfície. O espaço que atua na superfície busca vontades.&lt;br /&gt;Quais vontades este espaço ja teve?&lt;br /&gt;O espaço ja se quis como infinito algo imensurável. Essa vontade&lt;br /&gt;"parece ter sido tomada como alternativa à uma impossibilidade"&lt;br /&gt;( Duarte, F. Crise das Matrizes) e carrega a qualidade de que " A&lt;br /&gt;incompletude do espaço se mantenha" essa vontade transformou&lt;br /&gt;toda as vivências no espaço. Um espaço que negou sua porção vivida&lt;br /&gt;e se funde "ao que poderia ser formulado através da linguagem&lt;br /&gt;científica- o que faria o homen conceber o mundo além de todos os&lt;br /&gt;seus limites carnais"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; ( Duarte, F. Crise das Matrizes).&lt;br /&gt;Liberdade frágil essa que se livra do próprio corpo, se retira do&lt;br /&gt;espaço do corpo.&lt;br /&gt;O espaço científico incorpóreo tranca o espírito num quarto sem&lt;br /&gt;janelas e faz a alma histérica por viver paixões vazias.&lt;br /&gt;Por mais q se sinta o espaço assim ela já não o é mais, colocando em&lt;br /&gt;cheque o quanto ele o foi.&lt;br /&gt;Uma nova vontade invade o espaço, ele já não se queria como algo&lt;br /&gt;que é livre das marcas do mundo, porém mesmo aceitando o&lt;br /&gt;mundo a nova vontade não se despoja de suas vestes ideológicas.&lt;br /&gt;O que esta novavontade quer?&lt;br /&gt;Não sendo uma realidade apartada do convívio, surge a idéia de&lt;br /&gt;que o espaço seja uma produção social, podemos observar uma&lt;br /&gt;"morfologia social, não um quadro ou  caixa em que  os fatos&lt;br /&gt;ocorrem; mas justamente essas ocorrências são simultaneamente&lt;br /&gt;fatores da produção e sintomas dos fundamentos ideológicos&lt;br /&gt;do espaço " ( Lefebvre, H. 1981 ).&lt;br /&gt;O espaço vivido volta a ter importância para a concepção do espaço,&lt;br /&gt;ele já não é tão acéptico, mas agora desperta algo que terá o&lt;br /&gt;seu próprio querer. A produção do espaço proposta por Lefebvre&lt;br /&gt;exige uma distinção . Obra de produto " Obra " algo único,&lt;br /&gt;insubstituivel, e produto algo que resulta de gestos repetitivos&lt;br /&gt;e que também é feito para ser infinitamente repetido"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;( Lefebvre, H. 1981 ).&lt;br /&gt;Novamente o espaço acaba sendo aprisionado por uma questão&lt;br /&gt;ideológica que condiciona o uso e assim distorcer as vontades no&lt;br /&gt;espaço, " ou seja , segundo certas ideologia  as formas físicas e as&lt;br /&gt;ordens  de poder e convivio em um espaço, regeriam tacitamente&lt;br /&gt;a vida de uma coletividade sob sua&lt;br /&gt;influência , estando codificado de tal modo que poderia ser prodizido&lt;br /&gt;em qualquer outra parte "&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;( Lefebvre, H. 1981 ). O espaço torna-se&lt;br /&gt;uma extensão da força dominante, excluido  de sua qualidade própria.&lt;br /&gt;Porém é deste momento que surge na superfície  um devir escondido.&lt;br /&gt;Oculto porlinhas de força.&lt;br /&gt;Lefebvre parte o espaço  em 3 esferas há as praticas do espaço,&lt;br /&gt;os espaços de representação e as representações do espaço .&lt;br /&gt;Introduz- se o espaço percebido o vivido e o concebido&lt;br /&gt;a partir dessa visão inaugura-se o devir transgreção do espaço.&lt;br /&gt;O espaço concebido se confunde com produto pois é nele&lt;br /&gt;"que as relações de produção de ordem, de conhecimentos, de signos&lt;br /&gt;e códigos que formam o espaço, determinando sua vivencia  e&lt;br /&gt;permitindo sua reprodução" &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;( Duarte, F. Crise das Matrizes).&lt;br /&gt;Agora podemos trazer para à margem uma vontade velha mas&lt;br /&gt;com uma nova roupa, travestindo o velho espaço estéril em&lt;br /&gt;espaço de controle. Novamente o controle não abandona a&lt;br /&gt; constituição do espaço.&lt;br /&gt;Bem mas não se falou de um devir que surgiu. Poderiamos  crer que a&lt;br /&gt;após a repartição do espaço e a vivência de sua dinâmica,&lt;br /&gt;a hierarquização do espaço sobre a égide do espaço concebido,&lt;br /&gt;faz do território o meio pelo qual os demais niveis se balizam.&lt;br /&gt;Porém no lugar desperta-se o desejo pela transgreção e apartir&lt;br /&gt;disso a criação de novos lugares se faz como parte elementar na&lt;br /&gt;composição do espaço.&lt;br /&gt;"O lugar é uma porção do espaço significada, ou seja cujos fixos e&lt;br /&gt;fluxos são atribuidos signos evalores que refletem a cultura&lt;br /&gt;de uma pessoa ou grupo"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;( Duarte, F. Crise das Matrizes).&lt;br /&gt;O lugar é uma ação de reterritorializante,"marca uma posição no&lt;br /&gt;espaço é certo, mas sobre tudo uma posição cultural, na qual o&lt;br /&gt;espirito eo corpo se encontram onde o ser se realiza"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;( Duarte, F. Crise das Matrizes).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O lugar é a ponte que desata um nó, reterritorializando o&lt;br /&gt;corpo no espaço, temos agora um lugar para o corpo.&lt;br /&gt;Apartir disso "propõem-se  que o ser se forma ( e forma)&lt;br /&gt;entre o espaço, lugar e território, apartir das especificidades&lt;br /&gt;com que certos fixos e fluxos são apreendidos e organizados"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;( Duarte, F. Crise das Matrizes).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As linhas de força que condicionavam o espaço a uma essência&lt;br /&gt;a um continuum, não se reconhecem em uma situação fluída,&lt;br /&gt;transgressora. O espaço não hirarquizado evidência a&lt;br /&gt;evolução do conceito de espaço. Mas porque e como através&lt;br /&gt;da evolução do controle chega se a uma possibiliade de&lt;br /&gt;liberdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1971443899797465066-1992827875968806139?l=arquitetura-viva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/1992827875968806139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1971443899797465066&amp;postID=1992827875968806139' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/1992827875968806139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/1992827875968806139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/2008_08_01_archive.html#1992827875968806139' title='TRANSGREDIDO'/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066.post-3478153412366250009</id><published>2008-08-26T16:58:00.000-07:00</published><updated>2008-08-26T17:06:21.745-07:00</updated><title type='text'>INFORMAÇÕES</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;    O wokshop começa na quinta às &lt;span style="font-size:130%;"&gt;14 hrs e vai até as 18hrs&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;nos demais dias começa às &lt;span style="font-size:130%;"&gt;10hrs e vai até as 6 hrs&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;   &lt;span style="font-size:130%;"&gt;O local &lt;/span&gt;será a &lt;span style="font-size:130%;"&gt;54.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Tragam seus horizontes para alargar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1971443899797465066-3478153412366250009?l=arquitetura-viva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/3478153412366250009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1971443899797465066&amp;postID=3478153412366250009' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/3478153412366250009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/3478153412366250009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/2008_08_01_archive.html#3478153412366250009' title='INFORMAÇÕES'/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066.post-1934769192220218004</id><published>2008-08-10T22:49:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T07:51:47.262-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lY9Ns6ybZGg/SLVp9xFJn0I/AAAAAAAAAA8/bN2s6Ae7xLE/s1600-h/Untitled-1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lY9Ns6ybZGg/SLVp9xFJn0I/AAAAAAAAAA8/bN2s6Ae7xLE/s400/Untitled-1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239210251383316290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lY9Ns6ybZGg/SJ_TsWVMuSI/AAAAAAAAAA0/GHCeZz4pTus/s1600-h/a3coloridoespa%C3%A7oweb.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1971443899797465066-1934769192220218004?l=arquitetura-viva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/1934769192220218004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1971443899797465066&amp;postID=1934769192220218004' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/1934769192220218004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/1934769192220218004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/2008_08_01_archive.html#1934769192220218004' title=''/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lY9Ns6ybZGg/SLVp9xFJn0I/AAAAAAAAAA8/bN2s6Ae7xLE/s72-c/Untitled-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066.post-5163264713854019962</id><published>2008-04-17T23:38:00.000-07:00</published><updated>2008-04-17T23:47:40.111-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_lY9Ns6ybZGg/SAhDm9x3IHI/AAAAAAAAAAc/cddZOQGg4_A/s1600-h/DSC09527.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_lY9Ns6ybZGg/SAhDm9x3IHI/AAAAAAAAAAc/cddZOQGg4_A/s400/DSC09527.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190472907242283122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_lY9Ns6ybZGg/SAhDndx3III/AAAAAAAAAAk/kjStQ-xk0_g/s1600-h/DSC09490.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_lY9Ns6ybZGg/SAhDndx3III/AAAAAAAAAAk/kjStQ-xk0_g/s400/DSC09490.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190472915832217730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_lY9Ns6ybZGg/SAhDn9x3IJI/AAAAAAAAAAs/VLmb0QqgVzw/s1600-h/DSC09496.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_lY9Ns6ybZGg/SAhDn9x3IJI/AAAAAAAAAAs/VLmb0QqgVzw/s400/DSC09496.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190472924422152338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1971443899797465066-5163264713854019962?l=arquitetura-viva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/5163264713854019962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1971443899797465066&amp;postID=5163264713854019962' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/5163264713854019962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/5163264713854019962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/2008_04_01_archive.html#5163264713854019962' title=''/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_lY9Ns6ybZGg/SAhDm9x3IHI/AAAAAAAAAAc/cddZOQGg4_A/s72-c/DSC09527.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066.post-8467685704456031463</id><published>2008-04-17T23:34:00.000-07:00</published><updated>2008-04-17T23:38:38.580-07:00</updated><title type='text'>DIGESTÕES DERIVANTES.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;A sensibilidade se mostra como uma construção de particulas imaginárias. O espaço que criamos se faz com partes sutis , se mostram quando as esquecemos. Acreditar que o espaço é um corpo que se constroe com  partes que deixamos nele, esquecer e perder-se é a melhor matéria para se construir. desovado por digones.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1971443899797465066-8467685704456031463?l=arquitetura-viva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/8467685704456031463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1971443899797465066&amp;postID=8467685704456031463' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/8467685704456031463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/8467685704456031463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/2008_04_01_archive.html#8467685704456031463' title='DIGESTÕES DERIVANTES.'/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066.post-1400122699424052648</id><published>2008-04-17T23:08:00.000-07:00</published><updated>2008-04-17T23:34:25.952-07:00</updated><title type='text'>DERIVA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;  Num perdendo-se começa o passo para lugar nenhum,mesmo esse nenhum já sendo um lugar em mim.&lt;br /&gt; Recolhidos por um peixe metalico que cria bolhas e nos desova cansado de tanto barulhar com agente. Porém , antes percorre uma avenida "tipo" pontos de bolhas e atratores de bolhas, é estranho estar numa linha  tudo desce ao seu redor.&lt;br /&gt; Outro som, mas varios conhecidos nas paredes . confundido com o silêncio um aspecto de vida se mostra impresso nas paredes.&lt;br /&gt; As plantas são felizes neste lugaR.&lt;br /&gt; Encontramos alguns pares desgarrados, casas sem muros e muros esperando as casas, acho q nem sempre eles andam juntos.&lt;br /&gt; Numa brecha deixada pelo asfalto mostra mais vida do que os espaços que ele pegou.Um oásis, a vontade vence! Uma vontade de estar, isso é que chama a atenção , é o prazer de estar que é o segredo que o espaço reserva e uma porta para os desejos ele abre.&lt;br /&gt; A mesma textura do solo se estende para as paredes, não há acabamentos  nas casas, mal há casas acabadas.&lt;br /&gt; Numa primeira visão, nada terminado pode transmitir  abandono, problemas, mas no encontro de Luiz silvestre e um filho de orfão , pode se ver o que o espaço representa, a força.&lt;br /&gt; Por isso as plantas vão tão bem neste lugar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1971443899797465066-1400122699424052648?l=arquitetura-viva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/1400122699424052648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1971443899797465066&amp;postID=1400122699424052648' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/1400122699424052648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/1400122699424052648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/2008_04_01_archive.html#1400122699424052648' title='DERIVA'/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066.post-3985108202768624196</id><published>2008-04-10T01:09:00.000-07:00</published><updated>2008-04-10T01:29:22.518-07:00</updated><title type='text'>CATOVENTO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;    Sente-se hoje o sabor dos ventos, ventos esses que a muito  uivam nas vizinhanças de cá.&lt;br /&gt;Abram seus corpos. Uma estranha agitação toma conta e forma, por que andamos tão vazios. De nossas idéias só restaram as sombras que se desesperam e assumem as formas que lhes convém.&lt;br /&gt;    Assistimos uma torre de babel sendo erguida mas naum como a do mito, vemos uma só lngua fazer com que ninguém se entenda. A crise da estrutura ja abandonou seu véu de momento e tatuou  no peito a permanência. Porém, mesmo sendo crise oque ela tem para nos mostrar, que fomos ingenuos e esquecemos que só há uma imposição a incondicional mudança. Esquecer isso é abandonar o exercício da vida.&lt;br /&gt;    Sendo assim porque não ouvir aqueles que louvaram o caminho e não o caminhante.&lt;br /&gt;O conhecer é um caminho e o apreender é o caminhar, então procuraremos as paixões que fermentaram o caldo Situacionista.&lt;br /&gt;    A situação bela musa que seduzio nossos colegas, enche nossos olhos por ser um resultado de um lapso de tempo que condensa uma coreografia e um cenário, intencional ou não, e ainda alimenta aquilo que será as novas coreografias e cenários que dão origem a novos desejos.&lt;br /&gt;    Esssa sedução mais parece um convite, mas como participar dele? Por qual método? e Com que vontade?&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1971443899797465066-3985108202768624196?l=arquitetura-viva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/3985108202768624196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1971443899797465066&amp;postID=3985108202768624196' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/3985108202768624196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/3985108202768624196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/2008_04_01_archive.html#3985108202768624196' title='CATOVENTO'/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066.post-1218281306934722421</id><published>2008-04-07T15:02:00.000-07:00</published><updated>2008-04-09T13:23:27.265-07:00</updated><title type='text'>DOBRADURA</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;   Abre-se aki a oportunidade de privilegiar a mudança , não  como uma insatisfação antes do fim, sim para o percurso que transforma aquilo que ja naum é mais , naquilo que ainda não é.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Estabelecendo uma rede da "mudança" percebemos um sistema complexo mutável e intenso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Como estes sistemas se relacionam. É atraves do "jogo".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;   Jogo esse que pode ser visto interpretado  analisando a dinâmica social , espacial e psicologica da sociedade contemporânea.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;    Neste ponto nos dobramos para os situacionistas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1971443899797465066-1218281306934722421?l=arquitetura-viva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/1218281306934722421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1971443899797465066&amp;postID=1218281306934722421' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/1218281306934722421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/1218281306934722421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/2008_04_01_archive.html#1218281306934722421' title='DOBRADURA'/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066.post-1405038447589092655</id><published>2008-03-31T14:23:00.000-07:00</published><updated>2008-04-03T20:32:35.890-07:00</updated><title type='text'>WORKSHOP</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_lY9Ns6ybZGg/R_FaM1hSxwI/AAAAAAAAAAU/jTQd8Hx5CIg/s1600-h/Untitled-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5184023822651803394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 436px; CURSOR: hand; HEIGHT: 340px" height="351" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_lY9Ns6ybZGg/R_FaM1hSxwI/AAAAAAAAAAU/jTQd8Hx5CIg/s400/Untitled-1.jpg" width="462" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3 dias de atividade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O primeiro dia será uma discussão sobre as potencialidades das idéias da &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Internacional Situacionista no panorama contemporâneo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Produção do primeiro mapa afetivo de muitos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O segundo dia será uma Deriva pela cidade de Bauru para se captar &lt;/div&gt;&lt;div&gt;os fragmentos de leitura do espaço percebido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O terceiro dia será a edição de todo o material produzido&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e o fechamento dos conceitos discutidos e vivenciados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um dos objetivos deste blog será a discussão textos serão postados&lt;/div&gt;&lt;div&gt;para ja alimentarem as possiveis idéias que se forjaram por esses dias...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;se for convidativo a participação não exitem em comentar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O dia que estaremos na faculdade será a tarde as 14 horas na sala 54.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;os próximos horarios ficaram a merce de novos acordos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;  GALERA ESTE WORKSHOP É DESTINADO A TODOS QUE JA DEIXARAM AS PULGAS PARA TEREM MAMUTES NAS ORELHAS. FAAC, FC É TUDO NOSSO.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; SÓ TRAGAM OS HORIZONTES PARA EXPANDIR.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1971443899797465066-1405038447589092655?l=arquitetura-viva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/1405038447589092655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1971443899797465066&amp;postID=1405038447589092655' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/1405038447589092655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/1405038447589092655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/2008_03_01_archive.html#1405038447589092655' title='WORKSHOP'/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_lY9Ns6ybZGg/R_FaM1hSxwI/AAAAAAAAAAU/jTQd8Hx5CIg/s72-c/Untitled-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1971443899797465066.post-3489939652551041574</id><published>2008-03-31T14:13:00.000-07:00</published><updated>2008-04-07T15:00:55.974-07:00</updated><title type='text'>AFIRMAÇÃO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;O que quer este estudo não é convencer ou dogmatizar alguém.&lt;br /&gt;  O que podemos quando nos livramos, é intensificar nossas potencialidades&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1971443899797465066-3489939652551041574?l=arquitetura-viva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/feeds/3489939652551041574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1971443899797465066&amp;postID=3489939652551041574' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/3489939652551041574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1971443899797465066/posts/default/3489939652551041574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetura-viva.blogspot.com/2008_03_01_archive.html#3489939652551041574' title='AFIRMAÇÃO'/><author><name>arquiteturaviva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14438730361902034352</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
